INTRODUÇÃO NA IDADE MÉDIA, CONHECIDO TAMBÉM COMO IDADE DAS TREVAS, HAVIA UMA RELAÇÃO SOCIO-ECONOMICA ENTRE OS FEUDOS, CONHECIDA COMO SUSERANIA E VASSALAGEM. ONDE O VASSALO DEVERIA AJUDAR DE TODAS AS MANEIRAS POSSÍVEIS O SUSERANO, E VIRCE-VERSA. HAVIA TAMBÉM O SISTEMA DO SR. FEUDAL E O SERVO, QUE TINHAM VÍNCULOS INQUEBRÁVEIS, O SR. FEUDAL DEVERIA PROTEGER O SERVO, ENTROCA O MESMO DEVERIA TRABALHAR E SERVI O SR. FEUDAL.
O vassalo devia serviço militar ao seu suserano, sendo desta forma obrigado a disponibilizar suas tropas sempre que houvesse necessidade. Por outro lado, o suserano deveria garantir a proteção de seu vassalo e ceder uma parcela de sua propriedade para o mesmo. Quando houvesse necessidade, o suserano poderia promover esse mesmo compromisso com outros vassalos. Da mesma forma, um vassalo poderia tornar suserano de outros nobres que não detinham propriedade de terras. Por conta desse processo de distribuição de terras e a autonomia política garantida a cada senhor feudal, podemos observar que as relações de suserania e vassalagem contribuíram para a descentralização do poder político na época. Por outro lado, vemos que essa mesma prática foi de importância fundamental para que os nobres de uma região assumissem a tarefa de proteger a mesma contra qualquer tipo de ameaça externa.
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Nós concluirmos que na Idade Média ocidental ou feudal houve uma regressão do estilo de vida das pessoas, pois nessa época as pessoas estavam migrando das cidades para os campos. Nos campos começou a se formar os feudos que eram governados pelos senhores feudais e também eram descentralizados. Na Idade Média uma instituição que teve muito poder foi a igreja Católica que dominava todo o conhecimento da época e tinha muita influência em todos os feudos.No feudo,nós percebemos que havia relações de confiança que valia muito na época .São elas as relações de Sr. Feudal e servo que eram como patrão e empregado e pertenciam a classes sociais diferentes;Suserano e vassalo que eram de feudos diferentes e essa união eram uma espécie de aliança militar,onde se ajudavam militarmente mas cada um governa seu feudo.Foi a partir dessas relações que surgiram os reis feudais.Um exemplo que comprove isso é o filme "Rei Arthur"que fala da relação de suserano e vassalo e o feudo mais forte pertencia ao rei.A união dos reis feudais com a burguesia forma os estados nacionais que os primeiros foram Portugal e Espanha.
Aspecto da fonte: (A nossa fonte é o filme Rei Arthur) O objetivo principal do filme não era explicar sobre os sistemas feudais, que são: senhor feudal-servo e vassalo-susserano, e sim, deixar esse tema claro dentro do contexto. Logo no começo do filme, Roma ganha uma guerra contra um certo povo e faz um trato com eles. No trato dizia que os Romanos cederiam uma parte dessa terra conquistada pra eles, em troca, os cavaleiros que habitavam nessa terra conquistada serveria para roma. No filme, deicha como subtema o religioso, pois todas missoões que eles fizeram eram servindo de uma certa forma para a igreja. Os sistemas de vassalagem e suserania é o que mais se destaca: Os cavaleiros de Arthur, davam a vida por ele na batalha jurando lealdade. Dag, um forte guerreiro, é um exemplo: ele morre na batalha contra os saxões. Ele se sacrificou para " salvar" seu suserano e os demais.
Egocentrismo: os personagens da história só querem saber de si próprios. Um exemplo é no conto Claudius Hermann quando ele abusa sexualmente a duquesa Eleonora mesmo ela estando inconsciente.
“Levou o aos lábios entreabertos dela: e verteu lhe algumas gotas que ela absorveu sem senti las. Deitou a c esperou. Daí a instantes o sono dela era profundíssimo... A bebida era um narcótico onde se misturaram algumas,gotas daqueles licores excitantes que acordam a febre nas faces e o desejo volutuoso no seio.”
“O homem estava de joelhos: o seu peito tremia, e ele estava pálido como após de uma longa noite sensual. Tudo parecia vacilhar lhe em torno Ela estava nua: nem veludo, nem véu leve a encobria: - O homem esgueu se, afastou o cortinado.”
Pessimismo: os personagens desfrutam de várias formas a vida negativa com jogos, mulheres e bebidas.
“— Silêncio! moços!! acabai com essas cantilenas horríveis! Não vedes que as mulheres dormem ébrias, macilentas como defuntos? Não sentis que o sono da embriaguez pesa negro naquelas pálpebras onde a beleza sigilou os olhares da volúpia?? “
“Meu lance no turf foi minha fortuna inteira. Eu era rico, muito rico então: em Londres ninguém ostentava mais dispendiosas devassidões: nenhum nabado numa noite esperdiçava somas como eu.”
Lirismo amoroso: amor carnal.
“No dia seguinte eu a vi: era no teatro. Não sei o que representaram; não sei o que ouvi, nem o que vi; sei só que lá estava uma mulher—bela como tudo quanto passe mais puro a concepção do estatuário. Essa mulher era a duquesa Eleonora No outro dia vi a num baile Depois Fora longo dizer vos: seis meses! concebes? seis meses de agonia e desejo anelante—seis meses de amor com a sede da fera! seis meses! como foram longos!”
Prosa gótica: a vida de forma escura negativa.
“—Oh! vazio meu copo esta vazio! Olá taverneira, não vês que as garrafas estão esgotadas? Não sabes, desgraçada, que os lábios da garrafa são como os da mulher: só valem beijos enquanto o fogo do vinho ou o fogo do amor os borrifa de lava?”
“Claudius soltou uma gargalhada. — Era sombria como a insânia—fria como a espada do anjo das trevas. Caiu ao chão: lívido e suarento como a agonia: inteiricado como a morte…”
Evasão: a duquesa Eleonora no conto 5 morre porque traiu o seu marido.
“O cadáver era o de Eleonora: o doido nem o pudéreis conhecer tanto a agonia o desfigurara. Era uma cabeça hirta e desgrenhada, uma tez esverdeada, uns olhos fundos e baços onde o lume da insânia cintilava a furto como a emanação luminosa dos pauis entre as trevas…”
Sentimentalismo: gótico
“Claudius soltou uma gargalhada. — Era sombria como a insânia—fria como a espada do anjo das trevas. Caiu ao chão: lívido e suarento como a agonia: inteiricado como a morte…”
comentem aqui pessoal! romulo e os demais
ResponderExcluirINTRODUÇÃO
ResponderExcluirNA IDADE MÉDIA, CONHECIDO TAMBÉM COMO IDADE DAS TREVAS, HAVIA UMA RELAÇÃO SOCIO-ECONOMICA ENTRE OS FEUDOS, CONHECIDA COMO SUSERANIA E VASSALAGEM. ONDE O VASSALO DEVERIA AJUDAR DE TODAS AS MANEIRAS POSSÍVEIS O SUSERANO, E VIRCE-VERSA. HAVIA TAMBÉM O SISTEMA DO SR. FEUDAL E O SERVO, QUE TINHAM VÍNCULOS INQUEBRÁVEIS, O SR. FEUDAL DEVERIA PROTEGER O SERVO, ENTROCA O MESMO DEVERIA TRABALHAR E SERVI O SR. FEUDAL.
O vassalo devia serviço militar ao seu suserano, sendo desta forma obrigado a disponibilizar suas tropas sempre que houvesse necessidade. Por outro lado, o suserano deveria garantir a proteção de seu vassalo e ceder uma parcela de sua propriedade para o mesmo. Quando houvesse necessidade, o suserano poderia promover esse mesmo compromisso com outros vassalos. Da mesma forma, um vassalo poderia tornar suserano de outros nobres que não detinham propriedade de terras.
ResponderExcluirPor conta desse processo de distribuição de terras e a autonomia política garantida a cada senhor feudal, podemos observar que as relações de suserania e vassalagem contribuíram para a descentralização do poder político na época. Por outro lado, vemos que essa mesma prática foi de importância fundamental para que os nobres de uma região assumissem a tarefa de proteger a mesma contra qualquer tipo de ameaça externa.
Ian: Quero fala.
PARA QUEM AINDA VAI ADICIONAR UM COMENTÁRIO, TUTORIAL DE COMO FAZER:
ResponderExcluir-CLIQUE NO CANTO SUPERIOR DIREITO DA TELA: "Já é membro? Fazer login";
-APARECERÁ TRÊS OPÇÕES, ESCOLHA GOOGLE E LOGUE ATRAVÉS DE SUA CONTA GOOGLE (CASO NÃO TENHA CRIE UMA);
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LEVI NÃO VOU PARA A AULA AMANHÃ, VOU FAZER UMA CONSULTA. :/
ResponderExcluirnao faz mal cara, não são todos q precisam apresentar
ResponderExcluirpessoal, ja fiz os os slide, video, ja organiezei as coisa aqui em casa do trabalho, só falra vinicius da a parte dele
ResponderExcluirConclusão:
ResponderExcluirNós concluirmos que na Idade Média ocidental ou feudal houve uma regressão do estilo de vida das pessoas, pois nessa época as pessoas estavam migrando das cidades para os campos. Nos campos começou a se formar os feudos que eram governados pelos senhores feudais e também eram descentralizados. Na Idade Média uma instituição que teve muito poder foi a igreja Católica que dominava todo o conhecimento da época e tinha muita influência em todos os feudos.No feudo,nós percebemos que havia relações de confiança que valia muito na época .São elas as relações de Sr. Feudal e servo que eram como patrão e empregado e pertenciam a classes sociais diferentes;Suserano e vassalo que eram de feudos diferentes e essa união eram uma espécie de aliança militar,onde se ajudavam militarmente mas cada um governa seu feudo.Foi a partir dessas relações que surgiram os reis feudais.Um exemplo que comprove isso é o filme "Rei Arthur"que fala da relação de suserano e vassalo e o feudo mais forte pertencia ao rei.A união dos reis feudais com a burguesia forma os estados nacionais que os primeiros foram Portugal e Espanha.
ei levi manda sua parte para mim imprimir
ResponderExcluircoloca sua parte vei
ResponderExcluirvc que vai imprimir
ResponderExcluirAspecto da fonte:
ResponderExcluir(A nossa fonte é o filme Rei Arthur)
O objetivo principal do filme não era explicar sobre os sistemas feudais, que são: senhor feudal-servo e vassalo-susserano, e sim, deixar esse tema claro dentro do contexto. Logo no começo do filme, Roma ganha uma guerra contra um certo povo e faz um trato com eles. No trato dizia que os Romanos cederiam uma parte dessa terra conquistada pra eles, em troca, os cavaleiros que habitavam nessa terra conquistada serveria para roma. No filme, deicha como subtema o religioso, pois todas missoões que eles fizeram eram servindo de uma certa forma para a igreja. Os sistemas de vassalagem e suserania é o que mais se destaca: Os cavaleiros de Arthur, davam a vida por ele na batalha jurando lealdade. Dag, um forte guerreiro, é um exemplo: ele morre na batalha contra os saxões. Ele se sacrificou para " salvar" seu suserano e os demais.
Linguagem do romantismo na obra:
ResponderExcluirEgocentrismo: os personagens da história só querem saber de si próprios. Um exemplo é no conto Claudius Hermann quando ele abusa sexualmente a duquesa Eleonora mesmo ela estando inconsciente.
“Levou o aos lábios entreabertos dela: e verteu lhe algumas gotas que ela absorveu sem senti las. Deitou a c esperou. Daí a instantes o sono dela era profundíssimo... A bebida era um narcótico onde se misturaram algumas,gotas daqueles licores excitantes que acordam a febre nas faces e o desejo volutuoso no seio.”
“O homem estava de joelhos: o seu peito tremia, e ele estava pálido como após de uma longa noite sensual. Tudo parecia vacilhar lhe em torno Ela estava nua: nem veludo, nem véu leve a encobria: - O homem esgueu se, afastou o cortinado.”
Pessimismo: os personagens desfrutam de várias formas a vida negativa com jogos, mulheres e bebidas.
“— Silêncio! moços!! acabai com essas cantilenas horríveis! Não vedes que as mulheres dormem ébrias, macilentas como defuntos? Não sentis que o sono da embriaguez pesa negro naquelas pálpebras onde a beleza sigilou os olhares da volúpia?? “
“Meu lance no turf foi minha fortuna inteira. Eu era rico, muito rico então: em Londres ninguém ostentava mais dispendiosas devassidões: nenhum nabado numa noite esperdiçava somas como eu.”
Lirismo amoroso: amor carnal.
“No dia seguinte eu a vi: era no teatro. Não sei o que representaram; não sei o que ouvi, nem o que vi; sei só que lá estava uma mulher—bela como tudo quanto passe mais puro a concepção do estatuário. Essa mulher era a duquesa Eleonora No outro dia vi a num baile Depois Fora longo dizer vos: seis meses! concebes? seis meses de agonia e desejo anelante—seis meses de amor com a sede da fera! seis meses! como foram longos!”
Prosa gótica: a vida de forma escura negativa.
“—Oh! vazio meu copo esta vazio! Olá taverneira, não vês que as garrafas estão esgotadas? Não sabes, desgraçada, que os lábios da garrafa são como os da mulher: só valem beijos enquanto o fogo do vinho ou o fogo do amor os borrifa de lava?”
“Claudius soltou uma gargalhada. — Era sombria como a insânia—fria como a espada do anjo das trevas. Caiu ao chão: lívido e suarento como a agonia: inteiricado como a morte…”
Evasão: a duquesa Eleonora no conto 5 morre porque traiu o seu marido.
“O cadáver era o de Eleonora: o doido nem o pudéreis conhecer tanto a agonia o desfigurara. Era uma cabeça hirta e desgrenhada, uma tez esverdeada, uns olhos fundos e baços onde o lume da insânia cintilava a furto como a emanação luminosa dos pauis entre as trevas…”
Sentimentalismo: gótico
“Claudius soltou uma gargalhada. — Era sombria como a insânia—fria como a espada do anjo das trevas. Caiu ao chão: lívido e suarento como a agonia: inteiricado como a morte…”